domingo, 9 de junho de 2013

MÉTODOS HEURÍSTICOS INTRODUÇÃO O homem, na busca incansável do saber, teve na ciência seu maior ponto de apoio para as descobertas dos fenômenos naturais que o acompanha desde toda a sua origem. Vento, sol, frio, tempestade, vida, nascimento, sofrimento, etc. são uma infinidade de acontecimentos que o fizeram questionar o porquê de toda a criação e como se dá o funcionamento de todo este universo que o envolve. É a ciência com toda a sai complexidade, que poderemos desvendar parte dos questionamentos humanos, tornando a vivência do homem neste planeta, muito mais consciente de seu propósito, local e ação, frente as possibilidades existenciais. O presente trabalho tem como objetivo “clarear” o melhor método para se fazer ciência. Para isto, contamos principalmente com a interpretação do livro de Newton Freire-Maia que têm como título: a ciência por dentro. Fazemos uso do capítulo VII, a feitura da ciência. De uma forma sucinta, procuraremos dar enfoque aos temos chaves para se fazer ciência sem que para isto ela (a ciência) corra o risco de se perder no esquecimento ou arquivamento. Qual o melhor meio de se fazer ciência? É aqui neste trabalho, feito de uma forma menos exaustiva, entretanto mis sintético e clara, que marcaremos os pontos chaves para fazê-la. MÉTODOS HEURÍSTICOS Os métodos heurísticos são processos que o cientista emprega para realizar seus descobrimentos. Estes são divididos em três grupos: o primeiro: o primeiro grupo tratará dos métodos de exploração de conceitos já estabelecidos, o segundo dos métodos de criação propriamente dito e o terceiro grupo dos métodos idealistas de alta generalidade. Veremos mais detalhadamente cada um destes grupos a seguir. GRUPO A: Métodos de exploração de conceitos já estabelecidos. Este grupo contém os métodos que visam utilizar algo que já tenha sido proposto anteriormente. São também chamados de métodos heurísticos de “menor esforço”. 1. Método de aplicação de uma teoria. Consiste em aplicar uma teoria de uma área em outra área ainda não explorada de seu próprio domínio de aplicação. 2. Método de mistura de duas teorias. A originalidade brota da junção de duas teorias diferente, aqui há um alto risco de que esse processo conduza ao absurdo. 3. Método de revisão de hipóteses. Visa uma revisão, a uma depuração, a um aperfeiçoamento de teorias já elaboradas. 4. Métodos dos limites. Consiste em determinar, na região imprecisa entre duas hipóteses, onde se encontram os seus respectivos contornos, assim eliminando a zona incerta que ocorre entre ambas. 5. Método de diferenciação. Visa em tornar mais nítida melhor o que já se conhece. 6. Métodos das definições. Consiste em definir melhor o que já se conhece. 7. Método da transferência. Tentativa de aplicar uma doutrina fora do seu campo de validade conhecida. 8. Método da contradição. Consiste em tornar uma atitude antagônica a uma teoria geralmente aceita, procurando argumentos e provas contra ela. 9. Método da crítica. Consiste em tentar refutar as conclusões de um trabalho científico anteriormente publicado. 10. Método da renovação. Consiste em recompor ou reinterpretar, em tempos modernos as teorias antigas. GRUPO B Método de criação propriamente dito. 1. Método dos pormenores. Consiste em investigar a desordem causada pelos pequenos mistérios existentes em todas as explicações. 2. Método da desordem experimental. É o método do “vamos fazer está experiência para ver o que dá”. 3. Método da matriz descoberta. Consiste em elaborar ema classificação não inteiramente preenchida, capaz, por isto mesmo, induzir pesquisas com o fim de que os novos achados ocupem todas as suas “casas vazias”. 4. Método da recodificação. É usado quando se traz para uma determinada ciência, uma terminologia usada em outra. 5. Método da apresentação. Consiste na “simbolização do real”. Sua forma mais banal é a representação gráfica. 6. Método da redução fenomenológica. Consiste em destacar o fato de suas ligações contingentes, para deixar-lhe apenas as “essenciais”. GRUPO C Métodos idealistas de alta generalidade 1. Método dogmático: editar teoria = base exclusivas dos conceitos lógicos. Somente depois domínio de aplicação 2. Método da classificação: alçapão = construído na base de uma ordem imposta a priori (o critério de classificação), permite aprender e isolas os conceitos. Classificação ótima = qualitativa que é inversa a evolucionária. 3. Método da emergência: suscitar o descontínuo do contínuo, o qualitativo do quantitativo. Ciência: dissolver o qualitativo do quantitativo. 4. Método estético: teorias, conceitos, modelos harmônicos simétricos, belos. Exemplo: teorias cosmogonia e os sentimentos religiosos. 5. Método dos teoremas gerais: as grandes teorias – lugar a parte na epistemologia cientifica. Explicam fatos conhecidos mais todos os fatos que vieram a ser descobertos nesse domínio. Exemplo: evolução orgânica.

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